Casa Triângulo tem o prazer de anunciar sua participação em Art HK 12: Hong Kong Internacional Art Fair, apresentando um projeto de Sandra Cinto, com obras inéditas, concebido especialmente para o stand da galeria.
Para maiores informações entre em contato com a galeria: info@casatriangulo.com
Casa Triângulo tem o prazer de anunciar a sua participação na SP-Arte 2012, apresentando uma seleção de trabalhos inéditos dos artistas representados.
Durante o período da feira, estaremos apresentando na galeria a exposição individual de Mariana Palma, com abertura no dia 08/05/2012.
Para maiores informações entre em contato com a galeria: info@casatriangulo.com
Albano Afonso e Sandra Cinto participam da mostra 7SP Seven Artists from São Paulo, com curadoria de Rejane Cintrão, no CAB Art Center, novo centro de arte contemporânea privado em Bruxelas. Dedicado à promoção da arte contemporânea internacional, através da coleção e organização de exposições e residências, seu impressionante espaço será aberto ao público em 21 de abril de 2012.
Obra Viva – Esculturas no Parque Estoril, localizado na cidade de São Bernardo do Campo, trata-se de uma exposição com caráter permanente, com esculturas e/ou instalações desenvolvidas especialmente para o lugar por 9 artistas, selecionados pelo curador Jacopo Crivelli Visconti.
Seja pelo viés lúdico, seja por meio da reflexão sobre o meio ambiente, as obras estabelecem um diálogo descontraído e intermitente – entre uma árvore e outra, entre um equipamento e outro, entre um caminho e outro deste espaço de lazer – e buscam enriquecer a visita do freqüentador do parque.
A partir de 21 de abril, os visitantes do parque poderão apreciar as obras e fazer deste convívio uma crescente aproximação com a arte contemporânea brasileira.
Seattle Art Museum inaugura no próximo dia 14 de abril a instalação de Sandra Cinto, concebida especialmente para o espaço arquitetônico do Olympic Sculpture Park Pavillion, intitulada Encontro das Águas. É a primeira vez que um artista brasileiro fará uma exposição no SAM, considerado o maior museu da Costa Oeste Americana, um momento de importante visibilidade para a arte brasileira.
O Olympic Sculpture Park abriga obras permanentes dos artistas Louise Bourgeois, Alexander Calder, Richard Serra, Claes Oldenburg e Mark Dion, entre outros. Foi aberto ao público em 2007.
Em Encontro das Águas, o desenho de um mar tempestuoso em escala monumental nas paredes interna e externa do pavilhão e a presença de um barco/escultura de madeira em escala real no interior do espaço expositivo, sugerem ao observador a condição de um náufrago à deriva.
Ao justapor no barco a imagem do desenho encontrado da balsa construída pelos náufragos a partir dos destroços da fragata da Medusa em 1816, tragédia pintada por Theodoré Gericault, Sandra Cinto estabelece uma metáfora sobre os desastres da sociedade contemporânea, propondo uma reflexão sobre resistência e capacidade de redenção.
Os desenhos da artista são realizados no local, possuem um caráter intimista e efêmero. Demandam horas, dias, semanas, num processo de imersão, silêncio e resistência, que estabelecem um contraponto à velocidade do tempo presente. Marisa C. Sánchez, Curadora Associada de Arte Moderna e Contemporânea do SAM e curadora deste projeto diz: A agua cura e nutre, mas também consome e destrói. Estar em frente a instalação gigantesca de Sandra Cinto nos faz lembrar dessas qualidades que se opõem: agua como renovação e destruição. Os desenhos de Cinto são fascinantes. Revelam sua crença no poder da arte para transformar vidas cotidianas.
Esta exposição é organizada pelo Seattle Art Museum, com apoio da The Paul G. Allen Family Foundation.
Foi divulgado no dia 12/04/2012 a participação de Eduardo Berliner na lista de artistas da 30ª Bienal de São Paulo.
Sob o título A iminência das poéticas, a 30ª Bienal de São Paulo tem como centro curatorial os temas da multiplicidade, transicionalidade, recorrência e permanente mutabilidade das poéticas artísticas.
As participações na Bienal de Veneza, em 2005 e 2007, afirmaram em definitivo a carreira de Joana Vasconcelos [Paris, 1971. Vive e trabalha em Lisboa] no circuito internacional de arte contemporânea. A representação na Trienal de Echigo Tsumari no Japão em 2006, a exposição Contaminação, na Pinacoteca do Estado de São Paulo no Brasil em 2008, ou a participação na importante exposição coletiva Un Certain Etat du Monde? A Selection of Works From François Pinault Foundation, realizada no Garage Centre for Contemporary Culture em Moscou em 2009, deram sequência a uma singular carreira internacional. Sem Rede, a mostra antológica apresentada em 2010, no Museu Coleção Berardo, constituiu um enorme sucesso junto ao público, estabelecendo-se como a exposição, realizada em Portugal, mais visitada de todos os tempos.
Sob o peso dos meus amores reúne mais de 350 obras de Leonilson, dando ao espectador um amplo panorama da produção de um dos grandes nomes da arte contemporânea brasileira. A seleção abrange desde o início de sua carreira, na década de 1970, até o período final de sua produção, no início dos anos 1990. A exposição tem curadoria de Ricardo Resende, diretor geral do Centro Cultural São Paulo e consultor do Projeto Leonilson, e Bitu Cassundé, crítico de arte e curador.
Entre os destaques da exposição estão os trabalhos reunidos de amigos do artista como Leda Catunda, Sergio Romagnolo, Daniel Senise, Luiz Zerbini e Albert Hien.
Assim como particularmente acontece em cada uma das duas séries, também a própria apresentação, em um mesmo evento, de duas pesquisas paralelas, é sintomática de uma velha e recorrente vontade que tenho de analisar e compreender um pouco melhor, onde é que a autonomia fatalmente ocorre em um trabalho de arte.
Em ambos os casos apresentados, a unidade de cada trabalho é neutra, pois pela padronização na eminência em conjunto, cada um deles possui relação direta e uniforme com os outros trabalhos da série.
Com a apresentação exclusiva de várias “unidades neutras”, torna-se possível perceber que duas pesquisas formais distintas podem estar em busca de um mesmo sentido. No meu trabalho isso realmente tem acontecido, e é por isso que essas duas “diferentes” séries simultaneamente protagonizam um evento de exposição “dupla-face”, que a meu ver, poderá a gosto ser comensurado pelo olhar dos expectadores quanto a conter várias ou apenas duas obras, sem que nenhuma das eventuais discordâncias seja uma mentira.
Quanto ao universo de todas as suas respectivas especificidades, que falem as próprias obras. [Tony Camargo, Curitiba, março 2012]
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